Esta página explica como pedir a exclusão da sua conta no Komune e dos dados ligados a ela. Dá pra fazer sozinho dentro do app, em menos de um minuto, ou pedir por e-mail se você não tiver mais o app instalado. Em qualquer um dos dois caminhos, a exclusão é definitiva e não tem como voltar atrás.
LGPD1. Pelo app (imediato)
É o caminho mais rápido, e a exclusão acontece na hora. No app Komune, com a sua conta conectada:
- Abra a aba Perfil, a última da barra de baixo.
- Role até o fim da tela e toque em Excluir conta, logo abaixo de “Sair da conta”.
- Leia o resumo do que acontece com cada tipo de dado e toque em Entendi, quero excluir minha conta.
- Na confirmação final, digite a palavra EXCLUIR no campo e confirme.
Pronto. A conta é removida na mesma hora e você é desconectado. Não existe período de arrependimento nem conta “em suspensão”: depois de confirmar, não dá pra recuperar o perfil, o histórico nem os ingressos.
2. Por e-mail
Se você desinstalou o app, perdeu o acesso ao celular ou não consegue entrar na conta, escreva pra contato@komune.app.br. Peça a exclusão da conta e mande, na mesma mensagem:
- o e-mail cadastrado na Komune, que é o que identifica a conta;
- o nome completo usado no cadastro.
A gente confirma que o pedido é seu antes de apagar qualquer coisa, porque exclusão a pedido de outra pessoa seria bem pior que a demora. Por isso o pedido precisa sair do próprio e-mail cadastrado. Nunca mande senha, foto de documento ou dados de cartão por e-mail; a gente não pede isso em nenhum momento.
3. O que é apagado
Some do banco de dados, sem cópia, assim que a exclusão é confirmada:
- seu perfil, nome, foto e dados de login;
- seu CPF ou CNPJ e sua data de nascimento;
- e-mail, telefone e endereço cadastrados;
- interesses, preferências e configurações do app;
- suas participações em eventos e seus ingressos;
- avaliações, votos em enquetes e propostas que você criou;
- notificações e os tokens de aviso do seu aparelho;
- sua carteira de pagamentos dentro da Komune, incluindo a chave Pix e as credenciais de acesso.
4. O que fica anônimo
Algumas coisas você dividiu com outras pessoas, e apagá-las estragaria a experiência de quem ficou. Nesses casos a gente mantém o registro, mas corta a ligação com você: seu nome e seu identificador saem, e não tem como remontar quem era.
- Mensagens em conversas de evento: o conteúdo é substituído por “Mensagem removida” e o autor vira anônimo.
- Eventos que você organizou: continuam de pé pra quem comprou ingresso ou confirmou presença, mas sem organizador identificado.
- Acertos de conta entre participantes: os valores permanecem no histórico do grupo, sem seu nome.
5. O que fica guardado
Só uma coisa: o registro financeiro das transações, ou seja, valores, datas e identificadores de pagamento. A legislação brasileira exige que esses registros existam mesmo depois do fim da relação, e a LGPD reconhece isso no artigo 16, inciso I, quando o tratamento é necessário pra cumprir obrigação legal.
Mesmo aí, o vínculo com você é desfeito: o registro fica sem seu identificador, seu nome e seu CPF. Ficam os números, não a pessoa.
Se você chegou a abrir a carteira da Komune, o processamento dos pagamentos é feito pelo Asaas, que é uma instituição de pagamento independente e mantém os próprios registros pelo prazo que a regulação do setor determina, sob a política de privacidade deles.
6. Prazos
- Exclusão pelo app: imediata, no momento em que você confirma.
- Exclusão pedida por e-mail: até 15 dias corridos depois de a gente confirmar sua identidade.
- Cópias de segurança: os backups do banco são rotativos e se sobrescrevem sozinhos. Uma conta já excluída pode aparecer numa cópia antiga até a rotação passar por ela, e essa cópia nunca é usada pra ressuscitar a conta.
- Registros financeiros anonimizados: 10 anos, por obrigação legal.
7. Contato
Encarregado pelo Tratamento de Dados (DPO):
E-mail: contato@komune.app.br
Dúvidas sobre o que a gente coleta e por quê estão na Política de Privacidade.
